domingo, 24 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Pedaços de mim - Martha Medeiros
Eu sou feito de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos
Sou feito de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão
Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci
Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante
Já tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas
Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar
sorri para não chorar
Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei
Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Algumas pessoas...
Algumas pessoas se destacam para nós...
Não importa quando ou como as encontramos no nosso caminho.
Parece que estão na nossa vida desde sempre...
É tão rico compartilhar a jornada com elas
que nos surpreende lembrar de que houve um tempo
em que ainda não sabíamos que existiam.
É até possível que tenhamos sentido saudade
mesmo antes de conhecê-las.
O que sentimos vibra além dos papéis,
das afinidades, da roupa, ou contato virtual;
Transcende a forma...
Remete à essência.
Toca o que a gente não vê...
O que não passa. O que é.
Com elas, o coração da gente descansa.
Nós nos sentimos em casa, descalços, vestidos de nós mesmos.
O afeto flui com facilidade rara.
Somos aceitos, amados, bem-vindos quando o tempo é de sol
e quando o tempo é de chuva.
Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações.
Com elas experimentamos mais nitidamente
a dádiva da troca nesse longo caminho
de aprendizado do amor ao próximo.
(Ana Jácomo)
Não importa quando ou como as encontramos no nosso caminho.
Parece que estão na nossa vida desde sempre...
É tão rico compartilhar a jornada com elas
que nos surpreende lembrar de que houve um tempo
em que ainda não sabíamos que existiam.
É até possível que tenhamos sentido saudade
mesmo antes de conhecê-las.
O que sentimos vibra além dos papéis,
das afinidades, da roupa, ou contato virtual;
Transcende a forma...
Remete à essência.
Toca o que a gente não vê...
O que não passa. O que é.
Com elas, o coração da gente descansa.
Nós nos sentimos em casa, descalços, vestidos de nós mesmos.
O afeto flui com facilidade rara.
Somos aceitos, amados, bem-vindos quando o tempo é de sol
e quando o tempo é de chuva.
Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações.
Com elas experimentamos mais nitidamente
a dádiva da troca nesse longo caminho
de aprendizado do amor ao próximo.
(Ana Jácomo)
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