Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
Paciência e Perseverança
Para refletir:
Paciência e perseverança tem o efeito mágico de fazer as dificuldades desaparecerem e os obstáculos sumirem.
John Quincy Adams
Mito da Caverna - Platão
O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna”
é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão.
É mais uma alegoria do que propriamente um mito.
É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia.
Através desta metáfora é possível conhecer uma importante teoria platônica:
como, através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível
(conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão).
é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão.
É mais uma alegoria do que propriamente um mito.
É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia.
Através desta metáfora é possível conhecer uma importante teoria platônica:
como, através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível
(conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão).
O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.
Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.
O que Platão quis dizer com o mito
Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.
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