quinta-feira, 28 de março de 2013
Chico Buarque de Holanda
Chico Buarque de Holanda (1944-) é músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Revelou-se ao público quando ganhou com a música "A Banda", interpretada por Nara Leão, o primeiro Festival de Música Popular Brasileira. Chico logo conquistou reconhecimento de críticos e público. Fez parceria com compositores e interpretes de grande destaque, entre eles, Vinícios de Morais, Tom Jobim, Toquinho, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Edu Lobo e Francis Hime. Teve várias músicas censuradas e ameaçado pelo regime militar, se exilou na Itália em 1969. Suas canções denunciavam aspectos sociais e culturais da época. Sua volta ao Brasil em 1970, foi comemorada com manifestações de amigos e admiradores.
Francisco Buarque de Holanda (1944-) mais conhecido como Chico Buarque de Holanda, nasceu no Rio de janeiro, é filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e da pianista Maria Amélia Cesário Alvim.
Em 1966 sua música "A Banda", cantada por Nara Leão, vence o Festival de Música Popular Brasileira". Nesse mesmo ano sai o seu primeiro LP "Chico Buarque de Holanda". Suas primeiras canções, como "Pedro pedreiro", impregnadas de preocupações sociais, foram seguidas de composições líricas como "Olê, olá", "Carolina" e "A Banda". Ainda nesse ano Chico casa-se com a atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas, Silvia, Helena e Luíza.
Em 1969 Chico participa da passeata dos cem mil, contra a repressão do regime militar. Nesse mesmo ano vai exilado para a Itália, só retornando em 1970. Na Itália assina um contrato com a gravadora Philips, para produção de mais um disco. Sua música "Apesar de Você" vende cerca de 100 mil cópias, mas é censurada e recolhida das lojas.
No dia 05 de novembro de 2011, Chico iniciou sua nova turnê nacional, no Palácio das Arte em Belo Horizonte.
sábado, 23 de março de 2013
Advérbio
ADVÉRBIO – é a palavra
invariável que modifica o sentido do verbo, do adjetivo e do próprio advérbio,
acrescentando a ele determinadas circunstâncias.
O conjunto de duas palavras que tem o valor de advérbio denomina-se LOCUÇÃO VERBAL.
O jogador pega cartas escondidas com astúcia. (locução verbal)
O menino tem olhos muito claros, expressivos. (advérbio)
Felizmente tudo se resolveu. (FELIZMENTE advérbio de modo)
Crianças pequenas choram.
Crianças pequenas choram muito.
Note que a palavra muito
modifica o verbo chorar indicando intensidade.
Ou ainda Crianças muito
pequenas choram a toda hora (neste caso muito modifica pequena- adjetivo)
Dormimos muito bem (neste
caso, bem modifica o advérbio muito)
Valores semânticos (circunstâncias) de advérbios e das locuções
verbais:
Tempo: ontem, hoje, agora,
antes, depois. (Leia e depois me diga QUANDO pode sair na gazeta)
Modo: bem, mal, assim,
depressa. (Saí ÀS PRESSAS)
Lugar: aqui, ali, abaixo,
acima, longe, fora, dentro. (A senhora sabe AONDE posso encontrar tal pessoa?)
Intensidade: Muito, demais, tão, em excesso, bastante. (Gosto
de você DEMAIS)
Dúvida: possivelmente,
porventura, quiça. (TALVEZ ela volte hoje)
Afirmação: decerto,
certamente, efetivamente. (REALMENTE, eles sumiram)
Negação: não, nem, nunca,
tampouco. (DE MODO ALGUM irei lá)
quinta-feira, 21 de março de 2013
Rima-verso-estrofe
Rimas: palavras que rimam são palavras que se combinam,
pois tem o mesmo som no final.
A rima é um dos muitos recursos que os poetas usam,
mas nem todo poema precisa ser rimado.
Antigamente havia formas fixas para escrever versos.
O poeta devia seguir uma regra definida que determinava
o esquema das rimas ou o número de sílabas de cada verso.
Hoje porém, já não é assim: o poeta pode seguir ou não formas fixas e definidas.
Nem por isso deixa de fazer poesia.
Verso : é cada uma das linhas de um poema.
Estrofe: é cada conjunto de versos separado por um espaço.
Um poema pode ter uma ou várias estrofes, e cada estrofe, um número variado de versos.
pois tem o mesmo som no final.
A rima é um dos muitos recursos que os poetas usam,
mas nem todo poema precisa ser rimado.
Antigamente havia formas fixas para escrever versos.
O poeta devia seguir uma regra definida que determinava
o esquema das rimas ou o número de sílabas de cada verso.
Hoje porém, já não é assim: o poeta pode seguir ou não formas fixas e definidas.
Nem por isso deixa de fazer poesia.
Verso : é cada uma das linhas de um poema.
Estrofe: é cada conjunto de versos separado por um espaço.
Um poema pode ter uma ou várias estrofes, e cada estrofe, um número variado de versos.
Qual a diferença entre Poesia e Poema?
Poesia, segundo o Minidicionário Aurélio da língua portuguesa,
é a "arte de criar imagens, sugerir emoções por meio de uma linguagem
em que se combinam sons, ritmos e significados".
Poema é definido como: "obra em verso ou não em que há poesia".
é a "arte de criar imagens, sugerir emoções por meio de uma linguagem
em que se combinam sons, ritmos e significados".
Poema é definido como: "obra em verso ou não em que há poesia".
segunda-feira, 18 de março de 2013
Ética
ÉTICA - conjunto de princípios e valores, que guiam e orientam as relações humanas...
O primeiro código de ética de que se tem notícia são os dez mandamentos. Regras como "não matarás", "não roubarás" são apresentadas como propostas fundadoras da civilização ocidental e cristã.
(Herbert de Souza e Carla Rodrigues. Ética e Cidadania. São Paulo; Moderna, 1994)
Quando usado na expressão "ética profissional", o termo ética significa o conjunto de princípios a serem observados pelos indivíduos no exercício da sua profissão. É assim que se fala, por exemplo, da ética dos jornalistas, dos advogados, professores, médicos, etc...
(In: Para filosofar. São Paulo, Scipione, 1995. p.45)
quinta-feira, 14 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
Dica - Artigo de Opinião
O Artigo de Opinião é um Texto jornalístico, argumentativo
e que expõe claramente a opinião do autor.
e que expõe claramente a opinião do autor.
- Contém um título polêmico ou provocador.
- Expõe uma ideia ou ponto de vista sobre determinado assunto.
- Apresenta três partes: exposição, interpretação e opinião.
- Utiliza verbos predominantemente no presente.
- Utiliza linguagem objetiva (3ª pessoa) ou subjetiva (1ª pessoa).
segunda-feira, 11 de março de 2013
Locução Adjetiva
Locução Adjetiva - É o agrupamento de duas ou mais palavras que, ao modificar substantivou ou pronome substantivo, exerce o papel próprio de adjetivo. Em geral, a locução adjetiva resulta do encontro de preposição e substantivo (como em amor de mãe - materno), ou preposição e advérbio (como em cardápio de hoje , pneus de trás).
Lista de exemplos:
| de abdômen = abdominal | de estômago = gástrico, estomacal |
| de dedo = digital | de morte = mortal, letal , mortífero |
| de chuva = pluvial | de lua = lunar , selênico | de tarde = vesperal , vespertino, crepuscular |
| de cão = canino | de lago = lacustre |
| de diamante = adamantino, diamantino | de nariz = nasal | de vento = eóleo , eólico |
| de direito = jurídico | de neve = níveo , nival | de víbora = viperino |
| de águia = aquilino | de fantasma =espectral | de ovelha = ovino |
| de açúcar = sacarino | de face = facial | de ouro = áureo |
sábado, 9 de março de 2013
Resumo da Obra - Amor de Perdição
Camilo Castelo Branco conquistou fama com a novela passional Amor de Perdição. Bem ao gosto romântico, a característica principal da novela passional é o seu tom trágico. As personagens estão sempre em luta contra terríveis obstáculos para alcançar a felicidade no amor. Normalmente, essa busca é frustrante. Mesmo quando os amantes ficam juntos, isso é conseguido a custa de muito sofrimento. Os direitos do coração, frequentemente, vão de encontro aos valores sociais e morais. Segundo o autor, Amor de Perdição foi escrito durante 15 dias, em 1861, quando ele estava preso na cadeia da Relação, na cidade do Porto, por ter-se envolvido em questões de adultério.
Como o drama de Romeu e Julieta, a obra focaliza dois apaixonados que têm como obstáculo para a realização amorosa a rivalidade entre as famílias. A ação se passa em Portugal, no século 19. O narrador diz contar fatos ocorridos com seu tio Simão. Residentes em Viseu, duas famílias nobres, os Albuquerques e os Botelhos, odeiam-se por causa de um litígio em que o corregedor Domingos Botelho deu ganho de causa contrário aos interesses dos primeiros. Simão é um dos cinco filhos do corregedor.
Devido ao seu temperamento explosivo, Simão envolve-se em confusões. Seu pai o manda estudar em Coimbra, mas ele se envolve em novas confusões e é preso. Liberto, volta para Viseu e se apaixona por Teresa Albuquerque, sua vizinha.
A partir daí, opera-se uma rápida transformação no rapaz. Simão se regenera, torna-se estudioso, passa a ter como valor maior o amor, e todos os seus princípios são dele decorrentes. Os pais descobrem o namoro.
O corregedor manda o filho para Coimbra. Para Teresa restam duas opções: casar-se com o primo Baltasar ou ir para o convento. Proibidos de se encontrar, os jovens trocam correspondência, ajudados por uma mendiga e por Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Mariana encarna o amor romântico abnegado.
Apaixona-se por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido, seja pelo fato de Teresa dominar o coração do rapaz seja pela diferença social: ela era de condição humilde, filha de um ferreiro. Mesmo assim, ama a ponto de encontrar felicidade na felicidade do amado.
Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento. Por isso será enviada para o convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la, acaba por matar seu rival e se entrega à polícia. João da Cruz oferece-se para ajudá-lo a fugir, mas ele não aceita, pois é o típico herói romântico.
Matou por amor à Teresa, portanto assume seu ato e faz questão de pagar. Enquanto Simão vai para a cadeia, sua amada vai para o convento. Mariana, por sua vez, procura estar sempre ao lado de Simão, ajudando-o em todas as ocasiões. Condenado à forca, a sentença é comutada e Simão é degredado para a Índia.
Quando ele está partindo, Teresa, moribunda, pede que a coloquem no mirante do convento, para ver o navio que levará seu amado para longe. Após acenar dizendo adeus, morre. Seu amor exagerado a leva à perdição.
Durante a viagem, Mariana, que acompanha Simão, mostra-lhe a última carta de Teresa. Ele fica sabendo da sua morte, tem uma febre inexplicável e morre. Seu amor exagerado o leva à perdição. Na manhã seguinte, seu corpo é lançado ao mar. Mariana não suporta a perda e se joga ao mar, suicidando-se abraçada ao cadáver de Simão. Seu amor exagerado a leva à perdição.
Ficha
- Estilo: pertence à época romântica
- Gênero: novela passional
- Foco Narrativo: Embora na "Introdução" narrador e autor se confundam, os fatos são narrados em 3ª pessoa.
- Tempo e Espaço: Portugal (Viseu, Coimbra e Porto), século 19.
- Personagens: Simão Botelho, Teresa Albuquerque, Mariana, Baltasar, Domingos Botelho, Tadeu Albuquerque, João da Cruz, D. Rita Castelo Branco
FONTE: http://vestibular.uol.com.br/resumos-de-livros/amor-de-perdicao.jhtm
sexta-feira, 8 de março de 2013
Resumo I - Vida e Morte Severina
Severino é um retirante: ele é como muitos outros e que está partindo para o litoral, fugindo da seca, da morte. A vida na Capital parece mais atraente, mais vida, menos severina. Em suas andanças, entretanto, Severino se depara a todo momento não com a vida, mas sim com o que já conhece como coisa vulgar: a morte e o desespero que a cerca .
Em seu primeiro encontro com ela, o retirante topa com dois homens carregando um defunto até sua última morada. Durante uma conversa, descobre que o pobre coitado havia sido assassinado e que o motivo fora ter querido expandir um pouco suas terras, que praticamente não eram produtíveis .
O retirante segue sua viagem e percebe que na região onde se encontra, nem o rio Capibaribe - seco no verão - consegue cumprir o seu papel. Severino sente medo de não conseguir chegar ao seu destino. Escuta, então, uma cantoria e, aproximando-se, vê que está sendo encomendado um defunto. Pela primeira vez, Severino pensa em interromper sua descida para o litoral e procurar trabalho naquela vila. Ao dirigir-se a uma mulher, descobre que tudo que sabe fazer não serve ali, e o único trabalho existente e lucrativo é o que ajuda na morte: médico, rezadeira, farmacêutico, coveiro . E o lucro é certo nessas profissões, pois não faltam fregueses, uma vez que ali a morte também é coisa vulgar.
Se não há como trabalhar, mais uma vez Severino retoma seu rumo e chega à Zona da Mata, onde novamente pensa em interromper sua viagem e se fixar naquela terra branda e macia, tão diferente da solo do Sertão. Mais do que isso: começou a acreditar que não via ninguém porque a vida ali deveria ser tão boa, que todos estavam de folga e que ninguém deveria conhecer a morte em vida, a vida severina _ . Ilusão de quem está à procura do paraíso: logo Severino assiste ao enterro de um trabalhador de eito e ouve o que dizem do morto os amigos que o levaram ao cemitério. Severino se dá conta que ali as privações são as mesmas que ele conhece bem e que também a única parte que pode ser sua daquela terra é uma cova para sepultura, nada mais.
O retirante resolve então apressar o passo para chegar logo ao Recife. Severino senta-se para descansar ao pé de um muro alto e ouve uma conversa. É mais uma vez a morte rondando, são dois coveiros que lhe dão a má notícia: toda a gente que vai do Sertão até ali procurando morrer de velhice, vai na verdade é seguindo o próprio enterro, pois logo que chegam, são os cemitérios que os esperam.
Severino nunca quis muito da vida, mas está desiludido: esperava encontrar trabalho, trabalho duro mas agora - desespero! - já se imagina um defunto como aqueles que os coveiros descreviam, faltava apenas cumprir seu destino de retirante.
Nesse momento, aproxima-se de Severino seu José, mestre carpina, morador de um dos mocambos que havia entre o cais e a água do rio. O retirante, desesperançado, revela ao mestre carpina sua intenção de suicídio, de se jogar naquele rio e ter uma mortalha macia e líquida. Se José tenta convencer Severino que ainda vale a pena lutar pela vida, mesmo que seja vida severina . Mas Severino não vê mais diferença entre vida e morte e lança a pergunta: que diferença faria se em vez de continuar tomasse melhor saída:a de saltar, numa noite, fora da ponte e da vida?
Da porta de onde havia saído o mestre carpina, surge uma mulher, que grita uma notícia. Um filho nascera, o filho de seu José ! Chegam vizinhos, amigos, pessoas trazendo presentes ao recém-nascido . Vêm também duas ciganas, que fazem a previsão do futuro do menino: ele crescerá aprendendo com os bichos e no futuro trabalhará numa fábrica, lambuzado de graxa e, quem sabe, poderá morar num lugar um pouco melhor.
Severino assiste ao movimento, ao clima de euforia com a vinda do menino. O carpina se aproxima novamente do retirante e reata a conversa que estavam levando. Diz que não sabe a resposta da pergunta feita, mas, melhor que palavras, o nascimento da criança podia ser uma resposta: a vida vale a pena ser defendida.
Em seu primeiro encontro com ela, o retirante topa com dois homens carregando um defunto até sua última morada. Durante uma conversa, descobre que o pobre coitado havia sido assassinado e que o motivo fora ter querido expandir um pouco suas terras, que praticamente não eram produtíveis .
O retirante segue sua viagem e percebe que na região onde se encontra, nem o rio Capibaribe - seco no verão - consegue cumprir o seu papel. Severino sente medo de não conseguir chegar ao seu destino. Escuta, então, uma cantoria e, aproximando-se, vê que está sendo encomendado um defunto. Pela primeira vez, Severino pensa em interromper sua descida para o litoral e procurar trabalho naquela vila. Ao dirigir-se a uma mulher, descobre que tudo que sabe fazer não serve ali, e o único trabalho existente e lucrativo é o que ajuda na morte: médico, rezadeira, farmacêutico, coveiro . E o lucro é certo nessas profissões, pois não faltam fregueses, uma vez que ali a morte também é coisa vulgar.
Se não há como trabalhar, mais uma vez Severino retoma seu rumo e chega à Zona da Mata, onde novamente pensa em interromper sua viagem e se fixar naquela terra branda e macia, tão diferente da solo do Sertão. Mais do que isso: começou a acreditar que não via ninguém porque a vida ali deveria ser tão boa, que todos estavam de folga e que ninguém deveria conhecer a morte em vida, a vida severina _ . Ilusão de quem está à procura do paraíso: logo Severino assiste ao enterro de um trabalhador de eito e ouve o que dizem do morto os amigos que o levaram ao cemitério. Severino se dá conta que ali as privações são as mesmas que ele conhece bem e que também a única parte que pode ser sua daquela terra é uma cova para sepultura, nada mais.
O retirante resolve então apressar o passo para chegar logo ao Recife. Severino senta-se para descansar ao pé de um muro alto e ouve uma conversa. É mais uma vez a morte rondando, são dois coveiros que lhe dão a má notícia: toda a gente que vai do Sertão até ali procurando morrer de velhice, vai na verdade é seguindo o próprio enterro, pois logo que chegam, são os cemitérios que os esperam.
Severino nunca quis muito da vida, mas está desiludido: esperava encontrar trabalho, trabalho duro mas agora - desespero! - já se imagina um defunto como aqueles que os coveiros descreviam, faltava apenas cumprir seu destino de retirante.
Nesse momento, aproxima-se de Severino seu José, mestre carpina, morador de um dos mocambos que havia entre o cais e a água do rio. O retirante, desesperançado, revela ao mestre carpina sua intenção de suicídio, de se jogar naquele rio e ter uma mortalha macia e líquida. Se José tenta convencer Severino que ainda vale a pena lutar pela vida, mesmo que seja vida severina . Mas Severino não vê mais diferença entre vida e morte e lança a pergunta: que diferença faria se em vez de continuar tomasse melhor saída:a de saltar, numa noite, fora da ponte e da vida?
Da porta de onde havia saído o mestre carpina, surge uma mulher, que grita uma notícia. Um filho nascera, o filho de seu José ! Chegam vizinhos, amigos, pessoas trazendo presentes ao recém-nascido . Vêm também duas ciganas, que fazem a previsão do futuro do menino: ele crescerá aprendendo com os bichos e no futuro trabalhará numa fábrica, lambuzado de graxa e, quem sabe, poderá morar num lugar um pouco melhor.
Severino assiste ao movimento, ao clima de euforia com a vinda do menino. O carpina se aproxima novamente do retirante e reata a conversa que estavam levando. Diz que não sabe a resposta da pergunta feita, mas, melhor que palavras, o nascimento da criança podia ser uma resposta: a vida vale a pena ser defendida.
Fonte: http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_2790.html
Resumo da obra Vida e Morte Severina
O poema conta o roteiro de Severino, um homem do Agreste que viaja rumo ao litoral e depara, em cada canto com a morte, a presença anônima e coletiva, até que, no último pouso - Recife, o lugar do destino - fica sabendo do nascimento de um menino: sinal de que ainda existe algo que resiste à constante negação da vida.
João Cabral de Melo Neto
João Cabral de Melo Neto
quinta-feira, 7 de março de 2013
Resumo da Obra - Eurico, o presbítero
A ação do romance transcorre da
invasão árabe. Eurico, um godo (alemão), apaixona-se por Hermengarda, mas o pai
da moça opõe-se ao casamento. Desgostoso, Eurico, torna-se presbítero (padre).
Com a invasão sarracena, abandona-se o hábito para tornar-se um militar;
converte-se num misterioso cavaleiro negro que logo se destaca por suas
façanhas militares e pelas canções que fazia.
Os
portugueses são derrotados pelos árabes, mas Eurico incorpora-se a um grupo de
resistência cujo chefe é Pelágio, irmão de Hermengarda. Assim, reencontra
Hemengarda, que estava em poder dos árabes, e salvá. O antigo amor ressurge,
mas agora há outro empecilho: o voto de castidade feito por Eurico. Os
namorados, depois de uma conversa, decidem pela separação e cavaleiro negro, em
desespero, atira-se a uma batalha suicida contra os árabes e morre e Hermengarda
enlouquece.
Eurico, o presbítero de Alexandre Herculano
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