O poema conta o roteiro de Severino, um homem do Agreste que viaja rumo ao litoral e depara, em cada canto com a morte, a presença anônima e coletiva, até que, no último pouso - Recife, o lugar do destino - fica sabendo do nascimento de um menino: sinal de que ainda existe algo que resiste à constante negação da vida.
João Cabral de Melo Neto
Nenhum comentário:
Postar um comentário